Aprenda como cuidar da sua planta

Tulipa

Como cuida de Sua Tulipa
Existe alguma forma de não se apaixonar pelas Tulipas? Apreciadas e idolatradas no mundo todo, elas estão entre as mais procuradas do mercado e deixam os ambientes mais charmosos e coloridos. Porém para manter estas e qualquer outra flor existem cuidados específicos para cada flor.

Saber como cuidar de tulipas é uma dúvida muito comum, afinal esta espécie não tem sua origem e preferencia no clima brasileiro. Somente a aplicação de técnicas de adaptação fazem com que elas se desenvolvam aqui

Aprenda como cuidar de tulipas em alguns passos
O primeiro passo de como cuidar de tulipas já começa na escolha do vaso: prefira os botões, pois assim sua durabilidade será maior. Observe se a flor está plantada em terra vegetal, cujas principais características é o aspecto mais fino e a cor preta, e é com certeza o mais indicado para a espécie.

Refrescar a planta
Como o Brasil é um país tropical e as tulipas são originárias de regiões mais frias, como Europa e Ásia , é recomendado colocar uma pedra de gelo no início do dia e outra no fim de tarde perto do seu substrato, ou seja, próximo ao local em que a raiz se desenvolve, a fim de diminuir o calor excessivo.

Ambiente fresco
É extremamente importante dispor a tulipa num local fresco, bem arejado, em que bata luz indireta do sol.

Regas
Faça diariamente, para manter a terra sempre umedecida. Mas atente-se para não encharcá-la, porque isso contribui para a proliferação de micro-organismos que podem causar danos à planta.

Adubação
Adube a planta pelo menos duas vezes por ano, preferencialmente antes da primavera ou nos meses de fevereiro e março. Faça isso usando cristais apropriados, que penetrarão na terra e atingirão a raiz durante as regas.

Cuidados adicionais
Retire sempre folhas e flores murchas da planta para evitar a proliferação de micro-organismos, corte essas partes com uma tesoura, posicionando-a bem rente ao caule.
Após a primeira floração, é comum que a tulipa murche e morra. Você pode fazê-la renascer no próximo período de outono-invernos, desde que guarde sua raiz corretamente. Para isso, retire o bulbo da terra e lave-o bem em água corrente. Depois, deixe-o secar ao sol para envolvê-lo num saco de papel e colocar na geladeira. Basta aguardar o retorno da estação ideal para replantá-lo.

Girassol

Como cuidar de seu Girassol
Para quem os seus girassóis continuem bonitos por muito tempo, será necessário realizar alguns processos. Conforme a planta crescer, corte as mudas fracas, doentes e com má formação estas se utilizam de parte dos nutrientes que poderiam manter aquelas que estão forte e bem formadas desta forma por mais tempo.
Coloque seus girassóis em um local ensolarado, posicionado na direção do sol. Atente-se para eles não ficarem muito tempo do dia na sombra e nem pegar chuva em excesso. Para-peitos das janelas são os mais indicados para cultivar essas plantas dentro de casa ou em apartamentos.

Passo a passo para plantar um girassol
Plantar girassol é uma ótima alternativa de ter o seu jardim ou casa florida durante todo o ano. Apesar de ser mais comum em estações mais quentes, a sua florescência pode acontecer em qualquer época que apresente temperatura entre 18ºC e 30°C. Se você vai dispô-lo em vasos, precisa limpá-los e esterilizá-los adequadamente antes. A escolha desse deve ser feita de acordo com o tamanho da espécie.
Coloque um material para facilitar a drenagem da água no fundo do recipiente escolhido (pedras, cascalhos ou pequenas espumas). Para o solo, você precisará de mistura de compostagem e solo comercial. Despeje-o no vaso até quase alcançar o topo e umedeça bem. Também é recomendado adicionar cristais de retenção de água para garantir que os girassóis disponham de quantidades adequadas e diminua a necessidade de regas.
As sementes devem ser semeadas de 2 a 10 sempre em pares. Para cada uma, você deve despejar 25 ml de água. Continue fazendo isso a cada um ou dois dias para se certificar de que o solo permanecerá úmido até ocorrer a germinação, o que deve ocorrer em três a oito dias.

Outr com os Girassóis

Girassóis secos
Muitas pessoas secam os girassóis para usá-los em trabalhos de artesanato e/ou decoração. Para isso, é preciso colher as flores quando ainda estiverem bonitas e abertas. Em seguida, deve-se colocá-las de ponta cabeça em uma vasilha e cobri-las com cristais de sílica gel, o que deve absorver a maior parte da agua.

Flores cortadas
Para quem prefere cortar os girassóis e usá-los na decoração. Depois de colher as flores, misture num recipiente um pouco de conservante floral e água morna. Após isso, corte-o na altura que desejar e retire todas as folhas. Troque a agua regularmente ou sempre que esta estiver turva.

Orquídea

Como cuidar de sua Orquidea.
Por incrível que pareça, as orquídeas são consideradas plantas relativamente fáceis de serem cultivadas, basta ter dedicação e paciência para se atentar a algumas etapas importantes de seu desenvolvimento. Cada espécie possui suas particularidades, que podem definir o sucesso ou não de seu crescimento. Mas, você pode se atentar a algumas orientações comuns a quase todas as plantas, e garantir que a sua cresça de forma saudável e possa dar muitas flores.

Irrigação
Independentemente da espécie, a rega em excesso causará problemas a sua planta, como o sufocamento das raízes e o seu apodrecimento. É muito importante que você não utilize pratos embaixo do vaso e que ele tenha furos para que a água circule e seu excesso possa escorrer, dessa forma não há acúmulo desnecessário no substrato da planta. “As espécies que gostam de sol têm os bulbos bem dilatados para armazenar água, enquanto que as demais orquídeas gostam de água, mas não devem ser encharcadas devido a infecções fungicas”, afirma Legatti. Evite a irrigação noturna, prefira pelos períodos da manhã e do fim da tarde.
Mas então, como saber se a sua planta está sendo regada corretamente? Segundo Legatti, as folhas podem ajudar, no caso do surgimento de pontinhos pretos, quer dizer que ela está sendo aguada em excesso, ocasionando o aparecimento de fungos. Você também pode optar por fazer o teste do dedo e colocá-lo na terra, até a metade do vaso para sentir se ela está úmida ou não. Muitas vezes a terra inicial pode estar seca, mas o meio do vaso pode estar úmido, por isso é importante sentir a terra até pelo menos a sua metade.

Luminosidade
Existem três classificações para a quantidade de luminosidade que uma planta pode receber, as espécies que devem ser cultivadas somente em sol pleno, as adeptas a ambientes de meia sombra e outras a ambiente de bastante sombra. Em todo caso, as orquídeas necessitam de certa quantidade de luz, mesmo que indireta.
Se a sua é mantida dentro de algum cômodo, coloque-a próxima a janelas, e se desejar deixá-la num jardim a céu aberto, opte por posicionar embaixo de uma árvore.
E observe, se as folhas da sua planta estiverem muito amareladas é sinal de que estão tomando sol em excesso e o melhor a se fazer é diminuir a exposição total ao sol. O sol da manhã é sempre o mais adequado, pois os demais períodos são muito intensos, prejudicando sua planta e fazendo com que suas folhas sofram queimaduras irreversíveis.

Ventilação
A ventilação é muitas vezes ignorada, mas o que muita gente não sabe, é que ela é tão importante quanto a irrigação e a luminosidade correta. As orquídeas, em seu habitat natural, são acostumadas a grande quantidade de circulação de ar, por isso, elas demandam brisas constantes.
Em dias quentes, para diminuir a umidade e o calor, procure abrir as janelas da sua casa e deixar o ar correr. Você pode até mesmo colocar um pequeno ventilador para ajudar no processo. Mas cuidado, evite que sua planta seja exposta a correntes de ar frias e úmidas, pois podem levar ao aparecimento de manchas e o possível apodrecimento de algumas de suas partes. O acúmulo de impurezas no ar, como a fumaça proveniente do cigarro, também são maléficas para suas orquídeas e podem ocasionar doenças.

Adubação
A água é fator indispensável para o desenvolvimento de sua planta, mas a adubação surge como um suporte para um crescimento mais rápido e com saúde. Os adubos podem ser minerais, químicos, orgânicos ou mistos. Os de origem orgânica podem ser feitos de restos de frutas, farinha de osso, esterco, emulsão de peixe, entre outros. Seus nutrientes são liberados na terra aos poucos, de acordo com a fase de decomposição, e acabam sendo mais eficazes em solos úmidos e quentes.
A sua periodicidade é mais espaçada, geralmente a cada 3 meses, variando de acordo com o produto escolhido. Os adubos inorgânicos, que são os químicos e sintéticos, por agirem de maneira mais rápida no solo, podem ser aplicados com uma frequência maior, de duas vezes ao mês. As instruções da embalagem devem sempre ser seguidas corretamente para que a planta não acabe danificada, uma vez que o adubo em excesso pode matar tanto quanto a falta dele. Deve-se tomar o cuidado de não borrifar adubo diretamente nas flores ou em seus botões, para que elas não sejam prejudicadas.

Vasos
Em geral as orquídeas preferem vasos menores e estreitos para se desenvolverem. Os vasos de plástico são os mais fáceis de cuidar e indicados para regiões secas e quentes, pois são os que mais retém umidade, não sendo necessária a irrigação constante. Diferente dos vasos de barro, que são ideais para locais chuvosos, pois aderem muito mais a água e precisam ser regados mais com mais frequência.
É interessante notar que as orquídeas não passam a vida toda em um vaso só, elas podem ser frequentemente realocadas conforme seu crescimento, em processo chamado “envasamento”. O envasamento, que consiste na troca por um vaso maior, é feito quando as raízes da planta começam a crescer para fora da borda recipiente ou apenas para renovar o substrato e diminuir a acidez.
O melhor período para a prática é a cada 2 anos entre a primavera e o verão. Alguns cuidados como a limpeza do vaso, devem ser tomados para que possíveis vírus não apareçam.

Pragas e doenças em orquídeas
Quanto mais você cultiva suas orquídeas do jeito adequado, mais resistentes elas se tornarão. No entanto, algumas doenças acabam sendo inevitáveis e se não tratadas podem destruir a planta e/ou se espalhar para as demais orquídeas. Existem alguns sinais que podem ajudar a perceber o surgimento de uma doença ou praga, são eles:
Flores danificadas: na maioria das vezes, essa é uma característica de insetos e pulgões, que se alimentam da planta. Você pode utilizar defensivos para eliminá-los, opte sempre por fórmulas naturais.
Manchas de cor rosa ou marrom claro: pode ser uma infecção fungica ou provocada por mofo, a solução é aumentar a ventilação do local para que a umidade seja naturalmente controlada.
Flor murcha ou deformada: é aconselhado que se retire as flores murchas da planta, normalmente causada por mudanças bruscas de temperatura. Já a deformação, pode ter como consequência altas temperaturas em sua formação, baixa umidade e algum tipo de lesão de origem química ou mecânica.
Folhas de cor desbotada ou danificadas: nesse caso, a possibilidade de ser um vírus atacando a sua orquídea, é muito grande, o que fará, infelizmente, com que você tenha que destruir a planta. Mas, antes disso, observe se pode ser a ação de lesmas ou baratas, que também ocasionam esse tipo de sinal nas folhas.
Cochonilhas, lesmas e caramujos: essas são pragas que podem ser removidas manualmente, e logo depois, prevenidas por meio de produtos específicos.
Vespas e nematoides: os locais afetados por essas pragas devem ser removidos da planta, para que não haja maior transmissão. As características variam desde inchaço nos brotos, raízes de cores diferentes e manchas escuras no rizoma ou pseudobulbo. Procure deixar o espaço de um palmo entre as plantas, para que contaminação seja evitada.

Fixando nas árvores
Espécies de orquídeas epífitas se adaptam bem quando amarradas a troncos ou galhos finos de árvores de casca rugosa e grossa. É aconselhado que se use fibra de coco ou musgo para envolver as raízes e manter a umidade necessária para o desenvolvimento, ela servirá de apoio entre a planta e a casca da árvore.
Procure fixar a planta na área mais úmida e com matéria orgânica da árvore, você pode usar barbantes, fios de lã ou cordinhas de sisal. Apesar de não ser necessário a adubação ou a irrigação da planta quando na árvore, você pode realizar durante a primavera e o verão, uma adubação foliar por mês, assim ela crescerá mais rápido.

Dicas de orquídeas que fazem a diferença.
Existem alguns macetes que são usados por profissionais e orquidários, que podem ajudar em muito a sua plantinha. Para manter sua orquídea saudável é manter uma observação contínua no início de seu crescimento, para ter certeza de que ela está se adaptando bem ao ambiente, e caso necessário, mudar aspectos do ambiente.
A mistura de sol e adubo pode provocar queimaduras nas plantas, por isso, se você estiver na dúvida, utilize o adubo foliar, que é aplicado diretamente nas raízes;
Sempre posicione o vaso com a frente da orquídea para onde vem a maior luminosidade;
Caso resolva deixar seus vasos no chão, procure deixa-lo em cima de alguma estrutura mais alta, como tijolos, para evitar que lesmas e outros insetos sejam atraídos;
Na hora de regar, encharque o substrato até que a água comece a escorrer pelos furinhos do vaso. Evite molhar as flores, caso contrário elas atrairão mais facilmente pragas e insetos;
Se puder, colete água de chuva para regar suas plantas;
Evite comprar sementes de orquídea, pois a sua germinação é um processo muito complexo, que geralmente é feito por profissionais ou laboratórios;
Muitos cultivadores iniciantes confundem o murchar do bulbo e folhas amareladas com sintomas de que a planta necessita de mais irrigação, quando na verdade, pode ser que o substrato esteja acumulando muita água e causando danos às raízes.

Violeta

Como Cuidar de sua Violeta

Todos sabemos que embora não tenham perfume marcante, as violetas são preferência nacional. Além de alegres, essas flores são fáceis de cuidar. Veja o que fazer para garantir a beleza da sua planta por ainda mais tempo.

O vaso ideal para violetas
Apesar de os vasinhos de plásticos serem charmosos, as violetas se dão bem mesmo nos vasos de barro. Eles absorvem o excesso de umidade que pode apodrecer as raízes.

Cuidados com a água
Não molhe as folhas, pois elas apodrecem. Se você costuma colocar água apenas no pratinho, faça uma rega na terra uma vez por mês, para diminuir a concentração de sais minerais. Outro detalhe: as violetas detestam cloro. Para eliminá-lo, ferva a água e deixe-a esfriar antes de regar, ou use água mineral. No verão, regue duas vezes por semana. No inverno, apenas uma.

Luz na medida para violetas
A violeta precisa de luz, mas não suporta o sol direto. O ambiente ideal é um local com temperatura em torno de 25º C, onde os raios solares sejam filtrados pelo vidro de uma janela, por exemplo.

Como adubar 
Há fertilizantes químicos específicos para as violetas. Varie essa adubação periodicamente, alternando com farinha de osso e húmus de minhoca.

Como plantar violeta
Coloque no fundo do vaso uma camada fina de pedrinhas. Encha-o até a metade com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum, 2 partes de terra vegetal e 1 parte de vermiculita, um remédio que combate pragas. Plante a muda centralizando a raiz e complete com a mistura. A seguir, faça uma rega generosa, até que a água escorra para o pratinho.

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